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Gaeco faz operação para combater esquema de alteração no cadastro de contribuintes do IPTU em Londrina
Sexta-feira, 25 de maio de 2018
 
 

Três pessoas foram presas na manhã desta quinta-feira (24) em uma operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) para combater um esquema de alterações no cadastro de contribuintes do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) em Londrina, no norte do Paraná.

A ação foi batizada de "Password".

De acordo com as investigações, servidores e estagiários da prefeitura zeravam débitos dos contribuintes no sistema da administração municipal. O esquema começou a ser investigado em outubro de 2017, quando a prefeitura percebeu as fraudes nos cadastros.

Ao G1, o promotor Jorge Barreto disse que em torno de R$ 700 mil deixaram de ser recolhidos aos cofres públicos por causa do esquema.

Até a última atualização da reportagem tinham sido presos:

Claudinei Sisner (gerente do cadastro do setor imobiliário)

Camila Azarias (ex-estagiária)

Paula Carolina de Souza (servidora)

Todos foram detidos temporariamente. Um quarto e último mandado de prisão é contra Marcos Paulo Modesto. Conforme o Gaeco, a ordem não foi cumprida porque ele tem uma cirurgia marcada para esta quinta-feira. O Gaeco também cumpre nove mandados de busca e apreensão na operação.

"Essas fraudes lesam o município e desoneram alguns contribuintes que teriam que recolher o imposto devido. Alguns imóveis foram agraciados com a redução do valor por muitos anos", afirmou o delegado do Gaeco Alan Flore.

O outro lado

O advogado de Claudinei Sisner, Jefferson Dias Santos, disse que a prisão do seu cliente foi uma surpresa porque ele estava prestando todos os esclarecimentos desde o início das investigações.

A defesa de Paula Carolina de Souza, representada pelo advogado Anderson Mariano, disse que vê a prisão de sua cliente com estranheza porque ela já prestou depoimento ao Ministério Público do Paraná (MP-PR) três vezes. O advogado disse ainda que ainda não teve acesso aos autos e que vai se manifestar posteriormente.

O advogado Dieison Adalberto Furlam Cunha, que defende Camila Azarias, disse que sua cliente é inocente e que ele está solicitando a conversão da prisão temporária para domiciliar por ela por ser lactante. Segundo a defesa, Camila tem três filhos, sendo que um tem 3 meses.

Em nota, a Prefeitura de Londrina disse que as investigações do Gaeco se iniciaram a partir de denúncia oferecida pela atual gestão, em julho de 2017, e que depois foram identificados indícios de irregularidades praticados ainda em 2016, na administração passada.

"A secretaria da Fazenda cooperou com as investigações, abrindo informações e processos, para assegurar a total transparência dos números públicos", diz trecho da nota.

 
 
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